quarta-feira, 3 de junho de 2009

Atividades domésticas podem melhorar a saúde mental.


As limpezas domésticas podem ter um efeito positivo na saúde mental das pessoas. O estudo publicado no "British Journal of Sports Medicine" conclui que 20 minutos de exercício intensivo durante a semana podem reduzir sintomas depressivos.
“Muitos estudos sugerem que o exercício traz benefícios para a saúde mental, pela primeira vez fomos capazes de medir a quantidade de exercício que faz a diferença “, disse Mark Hamer, da University College de Londres, onde este estudo foi realizado.
Noutra investigação, feita pelo Scottish Health Survey, concluiu-se que fazer exercício uma vez por mês reduzia 33 por cento o risco de stresse e ansiedade, enquanto que realizar tarefas domésticas ou caminhar reduzia 20 por cento o risco. 
No entanto, limpar o pó ou correr para o autocarro não é suficiente para ver melhorias, já que o esforço tem que durar os 20 minutos e implica que as pessoas fiquem ofegantes.
Os investigadores ainda não conseguiram descobrir a ligação entre os dois fatos, mas o exercício poderá reduzir alguns riscos que provocam a depressão como a intolerância à glicose, inflamações e problemas cardiovasculares. “Mas é como o ovo e a galinha”, comentou Mark Hamer à BBCnews, “já que os que sofrem de stresse e ansiedade mais dificilmente fazem atividade física”.

Bibliografia:

 http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1325439

Postado por Rafaella Santin.

Nutrição esportiva



O descuido com relação à alimentação pode interferir no rendimento durante uma competição e causar problemas de saúde decorrentes da prática esportiva, visto que a alimentação é responsável pela: redução da fadiga, reparo de lesões, otimização dos depósitos de energia e força, saúde geral do atleta, melhora no desempenho e reposição de eletrólitos.
A dieta deve ser adequada à modalidade esportiva e às características de cada individuo, respeitando o seu posicionamento na equipe, a eficiência de seus movimentos, as exigências dos treinos, a programação de viagens, que, se, somada a uma possível falta de conhecimentos sobre nutrição que podem levá-lo a realizar uma alimentação deficiente.
Nossa alimentação é composta por macronutrientes e micronutrientes. Sendo os carboidratos (CHO), proteínas (compostas por aminoácidos) e lipídios (gorduras) os macronutrientes e os sais minerais, água e vitaminas os micronutrientes. O balanço na ingestão destes componentes é fundamental para a saúde e para o sucesso desportivo.
Os atletas diferem dos sedentários nas quantidades ingerigidas. Os atletas podem apresentar uma necessidade calórica até 5 vezes a de uma pessoa sedentária. O atleta deve procurar manter um equilíbrio em cinco áreas: balanço calórico, de nutrientes, hídrico, mineral e vitamínico.
Balanço Calórico:
· envolve toda produção de energia a partir dos CHO, aminoácidos e lipídios obtidos na alimentação e os gastos basais e da atividade motora do atleta
· depende do metabolismo basal, que varia de acordo com tamanho, sexo, idade e percentual de gordura.
Balanço Nutricional:
· é a relação entre carboidratos, lipídios e proteínas. Uma dieta normal deve ter por volta de 60% de CHO, 15% de proteínas e 25% de gorduras. Atletas precisam de aumento na quantidade de proteína, enquanto um sedentário deve consimir em média 0,8 g por kg, o atleta deve consumir entre 1 e 2 g por kg de peso corporal.
Balanço Hídrico:
· a água tem a função de solvente no nosso corpo, atua em reações enzimáticas e na termorregulação. A falta de água durante o exercício faz com que a frequência cardíaca e a temperatura corporal subam, baixe o volume sistólico e a pessoa entre num estado de cansaço progressivo que resultará na interrupção da atividade.
Balanço Mineral:
· o atleta sua bastante, propiciando a perda de cloro, sódio, magnésio e potássio. O sódio e o cloro são perdidos através do suor e devem ser repostos, durante e após a atividade, uma vez que são elementos participantes da contração muscular.
Balanço Vitamínico:
· uma alimentação normal fornece todas as vitaminas necessárias ao atleta, não havendo necessidade em suplementação. Alguns atletas, contudo, precisam de uma necessidade ligeiramente aumentada de vitaminas B1 por ela ser um fator participante da degradação do CHO.

Carboidratos:
Os carboidratos são encontrados no corpo na forma de glicogênio. Ainda que pequenas, as reservas de glicogênio do organismo são importantes durante o período de jejum e também durante a situação de exercício prolongado, na qual a glicose e os ácidos graxos são oxidados para fornecer energia para a contração muscular.
Devido ao fato de o organismo não digerir e nem absorver todos os carboidratos com a mesma velocidade, um mecanismo denominado índice glicêmico foi desenvolvido para avaliar o efeito dos carboidratos sobre a glicose sanguínea. O índice glicêmico é um indicador qualitativo da habilidade de um carboidrato ingerido em elevar os níveis glicêmicos no sangue, fornecendo informações efetivas para um plano nutricional apropriado em relação à suplementação estratégica de carboidratos para o exercício. Isso vem sugerir que, além do tipo de carboidrato (simples ou complexo), o índice glicêmico pode ser usado como um guia de referências para a seleção do suporte nutricional ideal de carboidratos para os esportistas.


Proteínas:
As proteínas são estruturas formadas por aminoácidos e uma de suas principais funções é restituir as estruturas corporais, como pele e músculo. São mais recomendadas para o pós-exercício, mas diversos trabalhos vêm pesquisando o seu papel como suplementação durante a atividade, principalmente para atividades de várias horas. Embora possibilite o anabolismo, a ingestão por si só não aumenta a massa muscular. A única maneira de hipertrofiar o músculo é com treinamento de força.
O excesso da ingestão proteica não traz qualquer benefício, podendo até sobrecarregar o fígado e rins e provocar descalcificação de ossos.


Lipidíos:
São formas de energias necessárias para o armazenamento de vitaminas ( A,D,E,K ) . As gorduras podem ser saturadas, derivadas de gorduras animais ( carnes , ovos , leites e derivados ) , gorduras hidrogenadas e parcialmente hidrogenadas ( margarinas ) , as insaturadas são de origem vegetal ( óleo de amendoim, soja , milho , girassol ,etc. ) . As gorduras devem ser consumidas com limitações pois elevam o colesterol, podendo causar doenças arteriais coronarianas e outras e que impedem o armazenamento de glicogênio muscular e pertubam o funcionamento do fígado.
São a principal fonte de energia quando o corpo está em homeostase ou steady-state, momentos em que o metabolismo aeróbico é o predominante.


Bibliografia:
http://www.nutricaoesportiva.cjb.net/
http://www.mlbellotto.com/nutricao.html

http://www.unb.br/fef/downloads/keila/nutricao_esportiva_2_smd.ppt#256,1,NUTRIÇÃO ESPORTIVA
http://4.bp.blogspot.com/_h3KsTd5-XBg/RrNgsLtCDUI/AAAAAAAABG8/ub3BSTTGEGg/s320/nutri%C3%A7ao.png
http://user.img.todaoferta.uol.com.br/U/Z/TG/EBPC8R/1241987920260_bigPhoto_0.jpg
http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1517-86922006000400005&script=sci_arttext&tlng=en
http://pt.wikipedia.org/wiki/Nutri%C3%A7%C3%A3o_esportiva
http://www.nutrinews.com.br/edicoes/Mat03Ed186NutricEsport.html
Postado por Tarcila de Andrade