domingo, 28 de junho de 2009

Efeito dos anabolizantes


Bibliografia:




Postado por: Tarcila de Andrade

Anabolizantes


Os anabolizantes são hormônios sintéticos que estimulam o desenvolvimento de vários tecidos do corpo a partir do crescimento da célula e sua posterior divisão. Normalmente são utilizados em grande quantidade por pessoas que desejam aumentar o volume dos músculos e a força física.

Os esteróides anabolizantes produzem efeitos androgênicos no corpo, ou seja estimulam a miogênese, que é a formação de tecido muscular. Também são conhecidos por causar hipertrofia dos dois tipos (I e II) de fibras musculares. É amplamente entendido que doses suprafisiológicas de testosterona em homens não-hipogonadais aumenta a densidade do nitrogênio e aumenta a massa muscular ao mesmo tempo que diminui o percentual de gordura, particularmente a abdominal. O aumento na massa muscular é predominantemente da musculatura esquelética e é causado por um aumento na síntese de proteínas musculares ou possivelmente uma diminuição na quebra de proteínas musculares.

São encontrados em forma de cremes, supositórios, cápsulas e injetáveis.

Mas o uso de esteróides anabólicos pode trazer inúmeras consequências como: crescimento da gengiva, aumento de acne, impotência sexual, calvície, hipertensão arterial, esterilidade, insônia, dor de cabeça, aumento do colesterol maléfico à saúde, problemas cardíacos, crescimento de pêlos, engrossamento da voz, distúrbios menstruais, aumento no volume de pêlos, espermatogênese prejudicada, ginecomastia, atrofiamento testicular, entre outros.

Bibliografia:


Postado por Tarcila de Andrade

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Suplementos mais conhecidos


O aumento ou definição da massa muscular só é atingido quando há sinergia entre o treinamento, o descanso, a alimentação e uma suplementação nutricional adequada.
L-Glutamina: depois de um treino intenso, os níveis de Glutamina no organismo se reduzem a quase metade dos níveis normais. A suplementação de glutamina minimiza o desgaste muscular e melhora o metabolismo das proteínas, potencializando o seu ganho de massa magra.

Creatina: É a principal molécula de ressíntese de ATP nos primeiros 10 segundo de atividades máximas, o que significa que quando sua concentração é aumentada pela suplementação, a ressíntese de ATP é mais eficiente e a recuperação mais rápida. É proibida no Brasil e na França.

Óxido Nítrico(NO2): É famoso pelo seu efeito hemodilatador, ou seja, expanção do tamanho das veias sanguíneas, o que propicia maior fornecimento de sangue e nutrientes para os músculos. Devido ao maior bombeamento de sangue, os músculos ficam inchados.

Vitamínicos:

Vitamina E: é um poderoso antioxidante, um conjunto de substâncias formadas por vitaminas, minerais, pigmentos naturais e outros compostos vegetais e, ainda, enzimas , que bloqueiam o efeito danoso dos radicais livres.

Multivitamínicos: A necessidade de vitaminas e minerais de um esportista é bem maior que a de um indivíduo sedentário. Contêm muitas vitaminas do complexo B e vitamina C, necessárias para que as concentrações sanguíneas de vitaminas e minerais permaneçam por mais tempo.

Termogênicos:

L-carnitina: atua como um transportador dos ácidos graxos até a mitocôndria, dentro da célula, onde seria metabolizado como energia. A suplementação com este produto só é interessante para aqueles indivíduos que apresentem uma baixa ingestão de L-carnitina, como vegetarianos estritos, por exemplo.

Cafeína: estimula a “quebra” da molécula lipídica para ser oxidada e aumenta a performance no exercício.

Chá verde: as catequinas, compostos encontrados no chá verde, auxiliam discretamente no aumento da termogênese.

Guaraná: Excelente fonte de energia, estimula a adrenalina e o fluxo sanguíneo, por conter cafeína ajuda a metabolizar a gordura gerando energia, e também estimula o sistema nervoso central. O uso excessivo pode ser prejudicial.

De carboidratos:

Maltodextrina: É uma rica fonte de carboidratos de absorção rápida e de imediata geração de energia.

Protéicos:

Wheyprotein: É a melhor proteína no mercado devido a maior absorção pelo organismo. É um dos mais rápidos e eficientes fornecedores de aminoácidos para o músculo, o que ajuda na recuperação muscular.

BCAA: Oo uso de suplementos de BCAA antes e durante os treinos melhora consideravelmente as respostas fisiológicas e psicológicas aos exercícios. Também são muito importantes para aumentar a síntese protéica.

Albumina: é uma proteína de alto valor biológico presente na clara do ovo e também é encontrada no leite. É uma proteína de absorção lenta indicada para ser consumida antes de dormir.


Bibliografia:

http://www.hipertrofia.org/blog/2008/03/12/qual-o-melhor-suplemento-para-ganhar-massa-muscular/

http://www.corpoidealsuplementos.com.br/Hotsite.asp?id=10

http://www.corpoperfeito.com.br/Artigo/VisualizacaoArtigo.aspx?IdArtigo=83

http://www.planetbuscas.net/blog/

Postado por: Tarcila de Andrade

domingo, 21 de junho de 2009

Células Satélites

O músculo esquelético adulto exibe uma notável capacidade para regenerar-se em resposta a uma lesão, habilidade esta que reside numa população de células precursoras musculares, conhecidas como células satélites. As células satélites (CS) são estruturas de reserva não funcionais e especializadas, também conhecidas por células tronco miogênicas. Estas células ficam localizadas na periferia da fibra muscular, mais especificamente entre a lâmina basal e a membrana plasmática, também conhecida por plasmalema. Estas células são mioblastos que se encontram normalmente em estado quiescente. Sabe-se que as CS exercem um papel primário no processo regenerativo do tecido muscular esquelético lesionado, e em resposta aos possíveis processos adaptativos estimulados pelo treinamento de força. As células satélites são responsáveis pelo crescimento tanto fetal quanto pós-natal do músculo esquelético.
Para uma regeneração bem sucedida da musculatura esquelética, as células satélites devem passar por 3 etapas: (1) ativação; (2) extensiva e rápida proliferação e (3) eficiente diferenciação. Imediatamente após uma lesão nas fibras musculares, estas células são rapidamente ativadas, proliferam e fundem-se para formarem novas fibras musculares, ou para repararem segmentos danificados de fibras musculares existentes. Uma parte da população de células satélite não sofre o processo de diferenciação e restabelece o “pool” (conjunto) de células satélites abaixo da lâmina basal das fibras musculares recém-formadas.



Postado por: Bruna Neuhauss

sábado, 20 de junho de 2009

Principais hormônios do exercício (parte 1)

Catecolaminas (adrenalina e noradrenalina):

Da secreção total da suprarenal, a epinefrina é responsável por 80% da secreção, enquanto a noraepinefrina é responsável por 20%. Elas atuam em conjunto e provocam aumento da taxa de metabolismo; aumento da glicogenólise, uma vez que aumenta a atividade da fosforilase que catalisa a degradação de glicogênio, e da lipólise tanto no fígado como no músculo. Além disso, esses hormônios aumento na liberação de glicose e ácidos graxos livres para a corrente sangüínea, vasodilatação nos vasos do músculo.










Esse gráfico representa o aumento da adrenalina e noradrenalina durante o exercício progressivo.


Hormônio do crescimento (GH) e cortisol:

Funções:

Ø por ser um hormônio lipolítico, ele acentua a utilização de ácidos graxos como fonte de energia em detrimento do uso de glicose com conseqüente diminuição da adiposidade

Ø inibir o consumo de glicose pelos tecidos periféricos, conservando assim a glicose sanguínea.

Ø aumentar a captação de aminoácidos e de síntese protéica pelas células e redução da quebra das proteínas

Ø estimulação do crescimento tecidual, cartilaginoso e ósseo e ele age harmonia com o glucagon estimulando a via gliconeogênica.

Esse gráfico abaixo representa alterações do hormônio do crescimento (GH), cortisol, insulina e glucagon durante exercício progressivo até fadiga.

Insulina e glucagon:

São hormônios reguladores do metabolismo de glicose em todos os tecidos com exceção do cérebro. Na presença de trabalho muscular há uma diminuição na liberação de insulina, isto ocorre para que a glicose se torne mais disponível de forma direta para a atividade, visto que ela pára de ser transformada em glicogênio. O glucagon passa a ser liberado em maior velocidade sinalizando a necessidade de um novo suprimento de energia para o trabalho muscular, principalmente como forma de tornar a glicose mais disponível para a atividade.

O glucagon é aumentado durante a prática de exercício físico, uma vez que este promove a gligenólise e a gliconeogênese hepáticas. A supressão de insulina é proporcional a intensidade do exercício.

Bibliografia:

- ROBERGS, Robert – Fisiologia do exercício.

Postado por Rafaella Santin.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Classificação dos hormônios e respostas hormonais.

Classificação

1) Hormônios derivados de aminoácidos (adrenalina e nora) e peptídeos (hormônios antidiuréticos, insulina):

O mecanismo de resposta celular a esses hormônios se dá da seguinte maneira: células – alvo à receptores específicos (localizados nas membranas plasmáticas) à alterações na função celular à mensageiros 2ª (moléculas produzidas na célula em resposta à ligação do hormônio e que estimulam a resposta celular. Ex: cAMP, íons Ca²+ e derivados de fosfolipídios). Alguns hormônios posseum tipos múltiplos de receptores que diferenciam as respostas celulares. Por exemplo, os receptores alfa e beta do neurotransmissor noradrenalina:

- muita noradrenalina: os receptores alfa provocam contração e vasoconstrição de alguns músculos lisos.

- muita noradrenalina: os receptores beta provocam vasodilatação.

As diferentes formas de modificação do metabolismo celular : interferência na atividade enzimática, no controle da expressão gênica ou no transporte através das membranas. Todo esse processo ocorre em menos de 1 minuto.

2) Hormônios esteróides:

São insolúveis em água e por isso, são transportados no sangue ligados a proteínas plasmáticas. O mecanismo de resposta celular difere um pouco dos hormônios derivados de aminoácidos e peptídeos : atravessam a membrana celular à ligam-se a um receptor esteróide citoplasmático esecífico dentro da célula à síntese de proteínas específicas. A resposta nuclear pode demorar mais de 45 minutos.

A figura acima é referente aos hormônios que atuam durante o exercício físico e suas principais respostas hormonais provocadas no organismo.

Respostas hormonais ao exercício:

- Necessidade de energia é aumenta e esta deve ser suprida.

- Fluxo sangüíneo e ventilação aumentam: a fim de circular mais oxigênio para os músculos e remover os metabólitos.

- Aumento do consumo de glicose pelas células musculares.

- Maior absorção nos ductos dos rins (preservar a água corporal da melhor forma possível para suportar a dissipação de calor e manter a função cardiovascular) ou maior capacidade de contração do miocárdio.

- Essas respostas diferem de acordo com o tipo de exercício e o sexo do indivíduo.

Bibliografia:
- ROBERGS, Robert – Fisiologia do exercício.
- MARZZOCO, Anita - Bioquímica Básica.

Postado por Rafaella Santin.



Alimentação pré e pós-treino



Alimentação pré-treino:

A alimentação antes do treino é necessária para o bom rendimento do atleta e para a continuidade do estado anabólico durante o exercício. O catabolismo proteico e a disponibilidade de aminoácidos para a oxidação no ciclo de Krebs estão relacionados com o exercício e com a diminuição das reservas de glicogênio, daí surge a importância da ingestão de carboidratos para a manutenção e reposição do glicogênio muscular.



A refeição deve conter uma boa quantidade de carboidratos e ser reduzida em fibras, frutose, proteínas e gorduras, que viriam a atrapalhar a rápida digestão e absorção do carboidrato ingerido.



Durante o treino:



Durante o exercício deve -se tomar água afim de evitar a desidratação, que pode vir a causar perturbações intestinais, aumento na viscosidade do sangue, aumento na frequência cardíaca e aumento da temperatura interna necessária para sudorese, diminuição no volume venoso central, diminuição no fluxo sanguíneo para os orgãos e menor capacidade de bombeamento para o coração. Para atividades com duração superior a 60 minutos, o uso de um repositor de caboidratos é necessário em atividades com duração superior a 90 minutos o repositor deve conter eletrólitos.

Após o treino:

Imediatamente após o exercício, os músculos que estavam ativos se preparam para restabelecer a energia gasta e maximizar a entrada de nutrientes. Esse é o estado em que o corpo se encontra mais receptivo à absorção e ao armazenamento de energia. Durante o treino, ocorre uma diminuição natural na insulina circulante, sendo que, por meio da ação de receptores específicos, a glicose entra nas células sem depender de insulina nesse momento. Este fenômeno é conhecido como período insulino-independente, com duração de uma a duas horas após a atividade física. Quando se ingere um alimento em tal fase os nutrientes são facilmente absorvidos.

Deve haver a reposição de carboidrato para reposição do glicogênio muscular e fornecimento de proteína para a construção muscular ( a proteína vem a cobrir as microlesões provocadas pelo stress muscular). Se o objetivo for apenas performance e manutenção de massa muscular, dê mais atenção ao carboidrato do que a proteína. Porém se o objetivo é perda de massa gorda, o ideal é consumir pouco carboidrato, prestando atenção no baixo índice glicêmico evitando um elevado aumento repentino da glicemia, e acompanhado de proteína magra.

Bibliografia:

http://www.fisiculturismo.com.br/forum2/viewtopic.php?t=18263

http://www.equilibriumonline.com.br/default.asp?id=saiba_mais_detalhes&codigo=74

http://www.npng.com.br/forum/topic.asp?TOPIC_ID=66646

http://www.fitotraining.com.br/Artigo.aspx?id=42




Postado por Tarcila de Andrade

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Isotônicos

Durante o exercício o corpo perde água, sais e utiliza as reservas de carboidratos e triglicerídeos, em um exercício de curta duração (aproximadamente 1 hora de treino) apenas a água é suficiente para contrabalancear a perda de hídrica e eletrolítica, mas quando o treino se estende e a perda de hidroeletrolítica se torna muito grande e a estabilidade glicêmica começa a ficar comprometida é necessário um melhor repositor.
Bebidas isotônicas são bebidas as quais a osmolalidade é igual a do sangue, podendo elas, assim, serem absorvidas por osmose pelo corpo. Por serem absorvidas numa velocidade maior que se não tivessem essa concentração, são indicadas para esportistas de treinamento mais intenso, porque
 a hidratação facilita o transporte de proteínas hidrossolúveis, previne lesões nos tendões e diminui a conversão de piruvato em lactato.
"O consumo de bebida isotônica contendo de 6% a 8% de carboidrato é o mais indicado, principalmente se este for maltodextrina ou frutose, pois mantém uma absorção lenta de glicose, previnido que o movimento cesse e o atleta apresente hipoglicemia."
Alguns especialistas afirmam que o consumo dos isotônicos não causam mal algum alegam que as taxas de sal não são suficientes para causarem problemas renais, os carboidratos também estão numa taxa muito baixa para causarem problemas. Entretanto, outros dizem que podem trazer sérios problema a diabéticos e hipertensos, pesquisadores da Universidade de Nova York comprovam que tomar isotônicos indiscrimidamente pode provocar
 a chamada "erosão dentária", mas esse último malefício do isotônico seria associado a um uso contínuo do produto.
Por via das dúvidas, para fins de exercício não profissional e de intensidade média a baixa a água é uma melhor saída na reposição de eletrólitos, uma outra possibilidade é a água de coco que contém apenas 22 calorias por 100 mL e é um isotônico natural . As bebidas isotônicas são mais aconselháveis  a esportistas de exercício intenso e maior que 2 horas e em ambientes que propiciem a sudorese intensa.



Bibliografia:
M. RICE, G. CANARES, M.S. PINES, and M.S. WOLFF, New York University, New York, NY

Postado por Taís Senna

Quem disse que comer não é um exercício...



Postado por Taís Senna

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Exercício no tratamento da depressão.

Cerca de 3% da população mundial (200 milhões de pessoas) sofre de depressão.Depressão clínica atinge cerca de 6% a 8% da prática médica.Exercício físico é uma alternativa ou coadjuvante para o tratamento de depressão. Nos anos 90 houve pelo menos cinco revisões mostrando resultados consistentes de que exercício agudo e crônico está relacionado com uma redução significativa da depressão.

Estudos científicos revelaram que os efeitos antidepressivos começam tão cedo quanto a pessoa se exercita e persiste além do término do programa de exercícios. Estes efeitos são também consistentes em diferentes idades, gênero, tamanho do grupo estudado e tipo de questionário avaliador de depressão.

Exercícios produziram maiores efeitos antidepressivos quando:

1)O programa de exercícios foi maior do que 9 semanas e envolvendo mais sessões;

2)O exercício foi de longa duração, alta intensidade e realizado vários dias por semana;

3)Os indivíduos foram classificados como pacientes em reabilitação médica e, segundo os questionários respondidos, foram classificados como moderados a severamente deprimidos, comparados com leve a moderados.

Esse efeito de bem estar é causado principalmente pela ação das endorfinas. Estas causam o efeito de bem estar após a atividade física e diminuem a depressão, a dor e a ansiedade.

Estuda-se que a prática de exercícios diminui a depressão melhor do que técnicas de relaxamento ou envolvimento em atividades agradáveis. Por isso destaca-se a importante da prática de exercício físico regular.

Bibliografia: http://www.portalnatural.com.br/mostraMateria.aspid=238

Postado por Rafaella Santin.

terça-feira, 9 de junho de 2009

Distribuição de fibras rápidas(Tipo I) e lentas(Tipo II) em diferentes atletas

























Bibliografia:

MARZZOCO, A.; TORRES, B.B. Bioquímica básica. 3ª edição. Ed. Guanabara Koogan, Rio de Janeiro, 2007.

Postado por: Bruna Neuhauss

segunda-feira, 8 de junho de 2009

O Exercício e a Gestação


A prática de exercício físico é recomendada para todas as gestantes, pois há benefícios tanto para a mulher quanto para o bebê.Ao escolher o tipo e a intensidade dos exercícios, a gestante deverá ter a liberação do médico e o auxílio de um profissional da área, pois as atividades variam de acordo com o período da gestação.
A pessoa que nunca praticou exercícios físicos deve iniciar com atividades de baixo risco, como caminhadas, natação e hidroginástica leve. Já quem está habituada poderá continuar com o programa habitual, apenas deverá modificar a intensidade e velocidade, à medida que a gravidez evoluir.
Os exercícios para gestante deveriam incluir a combinação de atividades aeróbias envolvendo grandes grupamentos musculares e atividades que desenvolvessem força de determinados músculos. Normalmente, acredita-se que uma musculatura abdominal forte possa ajudar no processo de expulsão da criança. A força muscular dos membros superiores é também muito importante para carregar o bebê, que aumenta, cada vez mais, o seu peso.
Dentre os vários benefícios que o exercício proporciona para a mãe estão a melhora da circulação sanguínea, alívio nos desconfortos intestinais, maior controle do ganho do peso e redução do inchaço.
BIBLIOGRAFIA:
Postado por Ana Luísa Barreto

Postado por Rafaella da Costa Santin.

domingo, 7 de junho de 2009

Exercícios físicos reduzem inflamações agudas


O exercício físico aeróbico pode diminuir em até 30% as manifestações inflamatórias agudas. Testes feitos em ratos constataram que a atividade física constitui uma importante aliada no controle da reação inflamatória. "O exercício físico mostrou-se um antiinflamatório natural, que atua nas doenças crônicas e, sabemos agora, também nas situações agudas", afirma um dos doutores da pesquisa, o cirurgião torácico Ricardo Kalaf.
Kalaf explica que outros trabalhos publicados anteriormente já indicavam os efeitos benéficos do exercício físico no retardo ou prevenção de várias doenças crônicas como o mal de Parkinson, Alzheimer, aterosclerose, hipertensão arterial, diabetes e do próprio envelhecimento através da modulação da resposta inflamatória crônica de baixo grau.


Postado por Rafaella Santin.

sábado, 6 de junho de 2009

Contração muscular

Etapas da Contração Muscular

1)Um potencial de ação trafega ao longo de um nervo motor até suas terminações nas fibras musculares;

2) Em cada terminação, o nervo secreta uma pequena quantidade de substâncianeurotransmissora: a acetilcolina;

3) Essa acetilcolina atua sobre uma área localizada na membrana da fibra muscular, abrindo numerosos canais acetilcolina-dependentes dentro de moléculas protéicas na membrana da fibra muscular;

4) A abertura destes canais permite que uma grande quantidade de íons sódio flua para dentro da membrana da fibra muscular no ponto terminal neural. Isso desencadeia potencial de ação na fibra muscular;

5) O potencial de ação cursa ao longo da membrana da fibra muscular da mesma forma como o potencial de ação cursa pelas membranas neurais;

6) O potencial de ação despolariza a membrana da fibra muscular e também passa para profundidade da fibra muscular, onde o faz com que o retículo sarcoplasmático libere para as miofibrilas grande quantidade de íons cálcio, que estavam armazenados no interior do retículo sarcoplasmático;

7) Os íons cálcio provocam grandes forças atrativas entre os filamentos de actina e miosina, fazendo com que eles deslizem entre si, o que constitui o processo contrátil;

8) Após fração de segundo, os íons cálcio são bombeados de volta para o retículo sarcoplasmático, onde permanecem armazenados até que um novo potencial de ação chegue; essa remoção dos íons cálcio das miofibrilas põe fim à contração.


Seqüência de eventos na contração muscular

1)Com o sítio de ligação de ATP livre, a miosina se liga fortemente a actina;

2) Quando uma molécula de ATP se liga a miosina, a conformação da miosina e o sítio de ligação se tornam instáveis liberando a actina;

3) Quando a miosina libera a actina, o ATP é parcialmente hidrolisado(transformando-se em ADP) e a cabeça da miosina inclina-se para frente;

4) A religação com a actina provoca a liberação do ADP e a cabeça da miosina sealtera novamente voltando à posição de início, pronta para mais um ciclo.

5) Todo este ciclo leva ao deslocamento dos filamentos e o músculo contrai;

6) A ativação continua até que a concentração de cálcio caia e libere os complexos inibitórios troponina-tropomiosina, relaxando o músculo.





*Bibliografia:

http://stbnutri.blogspot.com/2008/01/nutrio-e-esporte-uma-abordagem.html



Postado por: Bruna Neuhauss

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Exercício Físico X Doenças Cardiovasculares em Diabéticos




Vários estudos afirmam que a atividade física reduz o risco de enfartes e tromboses em diabéticos.O exercício ajuda a prevenir doenças cardiovasculares em pessoas com diabetes tipo 2, frequentemente chamada de diabetes do adulto.
O risco de doenças cardíacas é 2 a 4 vezes superior em pessoas diabéticas do que na população em geral, e em mulheres o risco é de 3 a 5 vezes maior.
Investigadores da Universidade de Harvard fizeram um estudo sobre essa relação do exercício com determinadas doenças.Existem vários fatores a ter em conta no exercício físico do diabético porque diminui a taxa de açúcar no sangue, podendo induzir hipoglicemia, havendo a necessidade de ajustar a quantidade de insulina a ser administrada ao doente. O exercício em si pode ser problemático para o paciente já que a diabetes é responsável por danos nos nervos das pernas e dos pés.
Este estudo revela que uma atividade física moderada, como andar depressa, beneficia muito os diabéticos. Se os Diabéticos tiverem os devidos cuidados os benefícios do exercício são muito mais importantes que possíveis perigos associados à atividade física no passado.
E claro, é sempre importante consultar um médico para iniciar qualquer prática de exercício para conseguir obter um resultado satisfatório.

BIBLIOGRAFIA:
http://portal.alert-online.com/?key=680B3D50093A6A002E42140A321A2A5C0B683E0A7607517D65597F
http://www.corposaudavel.com.br/exercicios-adequados/doencas-cardiovasculares

Postado por Ana Luísa Barreto

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Estrutura do músculo esquelético

Os músculos esqueléticos são formados por feixes paralelos de numerosas células muito longas, as fibras musculares, cuja membrana plasmática é chamada sarcolema (sarkos, em grego, significa carne). O citoplasma (sarcoplasma) destas células contém centenas de filamentos contráteis organizados em paralelo, as miofibrilas. Estas são compostas por dois tipos principais de filamentos protéicos, filamentos grossos e filamentos finos, e sua disposição resulta no padrão de bandas de diferentes refringências, que conferem uma aparência estriada a fibra muscular (ao microscópio óptico). Ao microscópio eletrônico, é possível visualizar zonas claras e escuras alternadas: as bandas I(de isotrópicas), contendo somente filamentos finos, e as bandas A (de anisotrópicas), contendo filamentos grossos e finos parcialmente sobrepostos. No centro da banda I aparece a linha Z (ou disco Z). Os filamentos finos se interdigitam nos filamentos grossos. Os arranjos de filamentos grossos e finos formam o sistema contrátil, e a unidade repetitiva dos arranjos de filamentos grossos e delgados, em cada miofibrila, é a unidade básica contrátil, chamada de sarcômero, região compreendida entre duas linhas Z.


Filamentos grossos: Miosina

Os filamentos grossos são constituídos basicamente por miosina, uma proteína com seis cadeias polipeptídicas: um par de cadeias grandes e pesadas, e dois pares de cadeias leves. As cadeias se organizam em uma porção fibrosa, a cauda da miosina, e duas porções globulares idênticas, as cabeças da miosina. A cauda é um longo bastão em dupla hélice, resultante da associação das duas cadeias pesadas, com estrutura em α-hélice, que se espiralam uma em torno da outra, ao longo de grande extensão da região carboxila terminal, formando uma super-hélice. Na extremidade amino terminal da dupla hélice, as cadeias pesadas dobram-se separadamente e cada uma se une a duas cadeias leves formando as cabeças da miosina. Cada cabeça possui um domínio catalítico e um domínio mecânico (ou regulador). O domínio catalítico contém o centro ativo com atividade ATPásica e o sítio de ligação dos filamentos finos. O domínio mecânico é constituído por um trecho em hélice da cadeia pesada ao qual se entrelaçam as cadeias leves; situa-se entre o domínio catalítico e a cauda da miosina, aos quais se une por ligações flexíveis. As cabeças da miosina também são chamadas de S1, por corresponderem a um dos fragmentos peptídicos produzidos por digestão parcial da miosina com enzimas proteolíticas, o fragmento S1(de subfragment 1). Os filamentos grossos são formados por centenas de moléculas de miosina, associadas cauda a cauda. As cabeças ficam orientadas em direções opostas em relação ao centro do sarcômero, onde se encontram somente segmentos lineares, as caudas. As cabeças projetam-se a intervalos regulares, podendo ligar-se aos filamentos finos, constituindo as pontes cruzadas. A porção central dos filamentos grosso não possui pontes cruzadas, e estas se projetam em grupos de três a partir do filamento grosso. Os filamentos grossos no músculo estriado têm 1,6 µm de comprimento e contém uma estimativa de 300 a 400 pontes cruzadas.


Filamentos finos: Actina, tropomiosina e troponina

A principal proteína do filamento fino é a actina, que pode existir na forma globular ou fibrosa, dependendo da força iônica do meio. Ela é formada por subunidades globulares chamadas de actina G, que se polimerizam de forma helicoidal formando um filamento chamado de actina F. Cada filamento fino contém uma molécula de actina F associada a duas outras proteínas, a tropomiosina e a troponina. A tropomiosina é uma molécula em forma de bastão, composta por duas cadeias polipeptídicas separadas. Os polipeptídios individuais têm uma estrutura básica em α-helice, e os dois peptídeos helicoidais estão enrolados, um ao redor do outro, para formar uma super-hélice; ela se insere ao longo do sulco entre as duplas hélices da actina F, cobrindo sete monômeros de actina. A união de varias moléculas de tropomiosina constitui um filamento que se estende por toda a superfície da actina F. Cada molécula de tropomiosina esta unida a uma molécula de troponina. Esta é a proteína reguladora da interação da actina com o filamento grosso. A troponina é uma proteína composta por três subunidades: a troponina I (TnI), que se une a actina inibindo a ligação de S1 à actina; a troponinaT (TnT), que se une a tropomiosina; e a troponina C (TnC), que pode se unir a íons de cálcio.


*Bibliografia:

http://www.ufmt.br/bionet/principal.htm http://www.portalesmedicos.com/images/publicaciones/0907_marcadores_bioquimicos_cardiacos/marcadores_cardiacos_troponina_2.jpg

MARZZOCO, A.; TORRES, B.B. Bioquímica básica. 3ª edição. Ed. Guanabara Koogan, Rio de Janeiro, 2007.

BERNE, RM; LEVY, MN. Fisiologia. 4ª edição, Ed. Guanabara Koogan, Rio de Janeiro, 2000


Postado por: Bruna Neuhauss

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Atividades domésticas podem melhorar a saúde mental.


As limpezas domésticas podem ter um efeito positivo na saúde mental das pessoas. O estudo publicado no "British Journal of Sports Medicine" conclui que 20 minutos de exercício intensivo durante a semana podem reduzir sintomas depressivos.
“Muitos estudos sugerem que o exercício traz benefícios para a saúde mental, pela primeira vez fomos capazes de medir a quantidade de exercício que faz a diferença “, disse Mark Hamer, da University College de Londres, onde este estudo foi realizado.
Noutra investigação, feita pelo Scottish Health Survey, concluiu-se que fazer exercício uma vez por mês reduzia 33 por cento o risco de stresse e ansiedade, enquanto que realizar tarefas domésticas ou caminhar reduzia 20 por cento o risco. 
No entanto, limpar o pó ou correr para o autocarro não é suficiente para ver melhorias, já que o esforço tem que durar os 20 minutos e implica que as pessoas fiquem ofegantes.
Os investigadores ainda não conseguiram descobrir a ligação entre os dois fatos, mas o exercício poderá reduzir alguns riscos que provocam a depressão como a intolerância à glicose, inflamações e problemas cardiovasculares. “Mas é como o ovo e a galinha”, comentou Mark Hamer à BBCnews, “já que os que sofrem de stresse e ansiedade mais dificilmente fazem atividade física”.

Bibliografia:

 http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1325439

Postado por Rafaella Santin.

Nutrição esportiva



O descuido com relação à alimentação pode interferir no rendimento durante uma competição e causar problemas de saúde decorrentes da prática esportiva, visto que a alimentação é responsável pela: redução da fadiga, reparo de lesões, otimização dos depósitos de energia e força, saúde geral do atleta, melhora no desempenho e reposição de eletrólitos.
A dieta deve ser adequada à modalidade esportiva e às características de cada individuo, respeitando o seu posicionamento na equipe, a eficiência de seus movimentos, as exigências dos treinos, a programação de viagens, que, se, somada a uma possível falta de conhecimentos sobre nutrição que podem levá-lo a realizar uma alimentação deficiente.
Nossa alimentação é composta por macronutrientes e micronutrientes. Sendo os carboidratos (CHO), proteínas (compostas por aminoácidos) e lipídios (gorduras) os macronutrientes e os sais minerais, água e vitaminas os micronutrientes. O balanço na ingestão destes componentes é fundamental para a saúde e para o sucesso desportivo.
Os atletas diferem dos sedentários nas quantidades ingerigidas. Os atletas podem apresentar uma necessidade calórica até 5 vezes a de uma pessoa sedentária. O atleta deve procurar manter um equilíbrio em cinco áreas: balanço calórico, de nutrientes, hídrico, mineral e vitamínico.
Balanço Calórico:
· envolve toda produção de energia a partir dos CHO, aminoácidos e lipídios obtidos na alimentação e os gastos basais e da atividade motora do atleta
· depende do metabolismo basal, que varia de acordo com tamanho, sexo, idade e percentual de gordura.
Balanço Nutricional:
· é a relação entre carboidratos, lipídios e proteínas. Uma dieta normal deve ter por volta de 60% de CHO, 15% de proteínas e 25% de gorduras. Atletas precisam de aumento na quantidade de proteína, enquanto um sedentário deve consimir em média 0,8 g por kg, o atleta deve consumir entre 1 e 2 g por kg de peso corporal.
Balanço Hídrico:
· a água tem a função de solvente no nosso corpo, atua em reações enzimáticas e na termorregulação. A falta de água durante o exercício faz com que a frequência cardíaca e a temperatura corporal subam, baixe o volume sistólico e a pessoa entre num estado de cansaço progressivo que resultará na interrupção da atividade.
Balanço Mineral:
· o atleta sua bastante, propiciando a perda de cloro, sódio, magnésio e potássio. O sódio e o cloro são perdidos através do suor e devem ser repostos, durante e após a atividade, uma vez que são elementos participantes da contração muscular.
Balanço Vitamínico:
· uma alimentação normal fornece todas as vitaminas necessárias ao atleta, não havendo necessidade em suplementação. Alguns atletas, contudo, precisam de uma necessidade ligeiramente aumentada de vitaminas B1 por ela ser um fator participante da degradação do CHO.

Carboidratos:
Os carboidratos são encontrados no corpo na forma de glicogênio. Ainda que pequenas, as reservas de glicogênio do organismo são importantes durante o período de jejum e também durante a situação de exercício prolongado, na qual a glicose e os ácidos graxos são oxidados para fornecer energia para a contração muscular.
Devido ao fato de o organismo não digerir e nem absorver todos os carboidratos com a mesma velocidade, um mecanismo denominado índice glicêmico foi desenvolvido para avaliar o efeito dos carboidratos sobre a glicose sanguínea. O índice glicêmico é um indicador qualitativo da habilidade de um carboidrato ingerido em elevar os níveis glicêmicos no sangue, fornecendo informações efetivas para um plano nutricional apropriado em relação à suplementação estratégica de carboidratos para o exercício. Isso vem sugerir que, além do tipo de carboidrato (simples ou complexo), o índice glicêmico pode ser usado como um guia de referências para a seleção do suporte nutricional ideal de carboidratos para os esportistas.


Proteínas:
As proteínas são estruturas formadas por aminoácidos e uma de suas principais funções é restituir as estruturas corporais, como pele e músculo. São mais recomendadas para o pós-exercício, mas diversos trabalhos vêm pesquisando o seu papel como suplementação durante a atividade, principalmente para atividades de várias horas. Embora possibilite o anabolismo, a ingestão por si só não aumenta a massa muscular. A única maneira de hipertrofiar o músculo é com treinamento de força.
O excesso da ingestão proteica não traz qualquer benefício, podendo até sobrecarregar o fígado e rins e provocar descalcificação de ossos.


Lipidíos:
São formas de energias necessárias para o armazenamento de vitaminas ( A,D,E,K ) . As gorduras podem ser saturadas, derivadas de gorduras animais ( carnes , ovos , leites e derivados ) , gorduras hidrogenadas e parcialmente hidrogenadas ( margarinas ) , as insaturadas são de origem vegetal ( óleo de amendoim, soja , milho , girassol ,etc. ) . As gorduras devem ser consumidas com limitações pois elevam o colesterol, podendo causar doenças arteriais coronarianas e outras e que impedem o armazenamento de glicogênio muscular e pertubam o funcionamento do fígado.
São a principal fonte de energia quando o corpo está em homeostase ou steady-state, momentos em que o metabolismo aeróbico é o predominante.


Bibliografia:
http://www.nutricaoesportiva.cjb.net/
http://www.mlbellotto.com/nutricao.html

http://www.unb.br/fef/downloads/keila/nutricao_esportiva_2_smd.ppt#256,1,NUTRIÇÃO ESPORTIVA
http://4.bp.blogspot.com/_h3KsTd5-XBg/RrNgsLtCDUI/AAAAAAAABG8/ub3BSTTGEGg/s320/nutri%C3%A7ao.png
http://user.img.todaoferta.uol.com.br/U/Z/TG/EBPC8R/1241987920260_bigPhoto_0.jpg
http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1517-86922006000400005&script=sci_arttext&tlng=en
http://pt.wikipedia.org/wiki/Nutri%C3%A7%C3%A3o_esportiva
http://www.nutrinews.com.br/edicoes/Mat03Ed186NutricEsport.html
Postado por Tarcila de Andrade

terça-feira, 2 de junho de 2009

Exercício Físico na Terceira Idade


O exercício físico é muito importante, independentemente da sua idade.Uma faixa etária em especial precisa muito da atividade física para cuidar da saúde.
Realizar exercícios é a melhor forma de se estimular o aumento das massas óssea e muscular, aumento de força e resistência, perda de gordura, aumento da mobilidade e proteção articular, e tudo isto é mais eficientes nos idosos.A intervenção pelos exercícios se constitui em uma medida eficaz para minimizar os efeitos das alterações fisiológicas decorrentes do processo de envelhecimento.
O exercício físico na terceira idade pode trazer benefícios tanto físicos, como sociais e psicológicos contribuindo para um estilo de vida mais saudável dos indivíduos que o praticam.Um tipo de exercício físico recomendado é a musculação que além de tudo previne e combate certas doenças como artrose, osteoporose, diabetes, hipertensão, doenças coronarianas, obesidade, ansiedade e depressão.
Estudos mostraram que homens e mulheres com 87 anos experimentaram um aumento de força de 90% ao fim de 10 semanas de treino de resistência. Para as mulheres, existe uma vantagem a mais: a musculação aumenta a densidade óssea naquelas que estão na menopausa, ajudando a prevenir fraturas dos ossos.(Fonte on line: www.maisde50com.br, Agosto 2001)

A caminhada também é muito importante, principalmente aos idosos que não podem fazer atividade mais "pesada". De acordo com o fisiologista Turíbio Leite de Barros, da Unifesp, andar é aconselhável para estimular a fixação de cálcio nos ossos, prevenindo a osteoporose. (Revista Saúde, Julho 2001).
A prescrição de exercícios para o idoso é desafiante porque há muitas questões envolvidas, entre elas as clínicas e as psicológicas. Dessa forma se faz necessária uma avaliação geriátrica abrangente que contemple todos os aspectos inseridos no envelhecimento. A escolha do exercício físico para pessoas idosas também é complexa pois muitas atividades que poderiam ser prazeirosas para a pessoa são inviáveis devido à perda de aptidão decorrente da idade avançada e do sedentarismo.
Conclui-se então que os idosos podem e devem fazer algum tipo de exercício físico, principalmente porque a probabilidade de surgirem muitas doenças cai significativamente.Vale ressaltar que antes de começar uma atividade deve se consultar um médico.


BIBLIOGRAFIA:
http://www.nutrimais.com/nutri/esporte/exerc_idoso.asp
http://www.wgate.com.br/conteudo/medicinaesaude/fisioterapia/variedades/exerc_terceira_idade_heloisa.htm

Postado por Ana Luísa Barreto









Alimentação pós-atividade física


Exercício físico é essencial na perda de medidas indesejáveis, mas somente ele não é suficiente, uma alimentação adequada faz, sem sombra de dúvidas, a diferença. 

Cada tipo de exercício queima um certo tipo de substrato a fim de produzir energia para o corpo, as fontes primárias de energia são os carboidratos e as gorduras e as proteínas são utilizadas em último

 caso, quando o indivíduo entra em estado de inanição. No exercício moderado o corpo tende a queimar mais gorduras que carboidratos e no exercício mais intenso esse cenário se inverte, outro fator influenciador é o tipo do exercício, quanto a sua abrangência no corpo, se apenas parte dele ou ele todo, é exatamente esse último fator que muda o tipo de substrato utilizado na produção de energia.

Outro fator importantíssimo é a alimentação pós-atividade física, estudos comprovam que o tipo de alimento ingerido após o treino influi no metabolismo Os resultados novamente confirmaram que a insulina de nosso corpo tem capacidade de “limpar” as calorias de forma mais eficaz quando a refeição contém pouco ou nenhum carboidrato.”. 

Essa mesma pesquisa mostra que para indivíduos que praticam exercício físico freqüente, porém para fins estéticos ou de qualidade de vida a ingestão de carboidratos após o exercício físico somente atrapalha o “after burning” de calorias e os benefícios do exercício são praticamente anulados. Por outro lado, para atletas de alta performance é recomendado que se faça tal dieta após o exercício, porque as calorias perdidas são muitas podendo trazer ao atleta prejuízo metabólico. 

 

Bibliografia

JørnW. Helge, Bente Stallknecht, Erik A. Richter, Henrik Galbo and Bente Kiens, Copenhagen Muscle Research Centre, Department of Biomedical Sciences, Panum Institute and Department of Human Physiology,Institute of Exercise and Sport Sciences, University of Copenhagen, Denmark (2007)

Carta Capital - 11 de Fevereiro de 2009


Postado por Taís Senna